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Cronologia
GIL VICENTE Vasconcelos de Oliveira
Recife, 1958
Vive e trabalha em Recife
1958/1971
Nasce em Recife, Pernambuco, terceiro dos cinco filhos de Lauro
de Oliveira e Marilda Vasconcelos de Oliveira. Seu nome é
sugerido pelo avô materno, João Vasconcelos, escritor
e crítico literário. A casa é freqüentada
por artistas e escritores e Gil é vivamente incentivado pelos
pais a desenvolver seu interesse pela pintura.
1972/1978
Pratica diversas técnicas de desenho, pintura e gravura sob
a orientação de Thereza Carmem Diniz, na Escolinha
de Arte do Recife, onde também estuda gravura em metal com
José de Barros. Faz desenho e pintura de observação
nos ateliês livres da Universidade Federal de Pernambuco,
orientado por Inaldo Medeiros, Lenira Regueira e Isidro Queralt
Pratt. Recebe o 1º Prêmio do Salão dos Novos,
no Museu de Arte Contemporânea de Pernambuco, e o 1º
Prêmio em Pintura no Salão de Artes Plásticas
de Pernambuco. Participa da fundação da Oficina Guaianases
de Gravura (hoje integrada ao Centro de Artes da UFPE), convivendo
com artistas mais experientes e produzindo litografias. Em 1978
realiza sua primeira mostra individual com pinturas, desenhos e
gravuras, na Galeria Abelardo Rodrigues, no Recife.
1979/1980
Em seu período de formação é fortemente
influenciado pelos artistas pernambucanos, principalmente José
Cláudio e Francisco Brennand. Conclui o segundo grau escolar
e dedica-se, desde então, exclusivamente às artes
plásticas. Participa do 3º Salão Nacional, no
Rio de Janeiro, onde também expõe no Centro Cultural
Cândido Mendes, juntamente com Luciano Pinheiro e Maria Tomaselli.
Realiza individual no Museu de Arte Contemporânea de Pernambuco
e participa da 2ª Mostra do Desenho Brasileiro. em Curitiba.
1981/1985
Como bolsista do governo francês, estuda no ateliê do
artista Yankel, na Escola de Belas-Artes de Paris. De volta ao Brasil,
recebe o Prêmio MEC/Funarte, no Salão de Artes Plásticas
de Pernambuco. Participa do 5º e do 6º Salão Nacional,
no MAM do Rio de Janeiro. É convidado para o Panorama da
Arte Atual Brasileira, no Museu de Arte Moderna de São Paulo.
Expõe individualmente no Recife e em Belém. Pinta
paisagens ao ar livre, semanalmente, com os artistas Gilvan Samico,
Luciano Pinheiro e Guita Charifker.
1986/1989
Realiza retratos, em pintura e desenho, de diversos amigos artistas.
Idealiza, edita e publica, com Renato Valle, Laura Buarque, Flávio
Gadelha e Andréa Moreira, o jornal Edição de
Arte, tablóide mensal que teve nove números. Expõe
com Samico e José Barbosa na Galeria Estúdio A, no
Recife. Viaja aos Estados Unidos, a convite do governo americano,
para conhecer artistas, instituições e escolas de
arte. Realiza com José Cláudio a mostra Saudades,
no Museu do Estado de Pernambuco, com interpretações
do quadro homônimo de Almeida Jr. Ilustra o livro de poesias
A Mão e o Fuso, de Marilda Vasconcelos de Oliveira, sua mãe,
que recebeu o Prêmio Manuel Bandeira, da União Brasileira
de Escritores. Realiza a individual Guaches recentes, na Galeria
Officina, em homenagem à Escolinha de Arte do Recife.
1990/1996
Participa do Atelier Coletivo, em Olinda, junto com outros artistas,
onde faz xilogravura sob a orientação de Gilvan Samico.
Expõe com o Atelier Coletivo em Recife, Olinda, Rio de Janeiro,
Dinamarca e Alemanha. Expõe Pinturas na Galeria Vicente do
Rego Monteiro, da Fundação Joaquim Nabuco, e Naturezas-mortas/Pinturas
na Galeria Futuro 25, no Recife. É homenageado na mostra
O Papel da Arte, no Centro Cultural Bandepe, no Recife. É
lançado o documentário em vídeo Gil Vicente
- Ofício e Silêncio, de Grima Grimaldi e Paulo Macedônia,
durante sua mostra Figuras/Pinturas, na Galeria Futuro 25, no Recife.
1997/1998
Expõe Pinturas com modelo na Galeria Paulo Darzé,
em Salvador, e os desenhos da série Sessenta Cabeças
na Galeria Nara Roesler, em São Paulo. Participa da mostra
Vista Assim do Alto Mais Parece um Céu no Chão, curadoria
de Agnaldo Farias no Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro. Junto
com outros artistas e críticos brasileiros, orienta oficinas
no evento Arte em Movimento, no Sesc Pompéia, em São
Paulo. Trabalha e expõe em Berlim no workshop Brasil/Alemanha
Contrapartida II. A exposição Sessenta Cabeças
e Outros Desenhos é exibida no Núcleo de Arte Contemporânea,
em João Pessoa, e no Museu de Arte Moderna da Bahia.
1999/2000
Sua exposição Desenhos é apresentada no Museu
de Arte Moderna do Rio de Janeiro, em 1999, sendo mostrada depois
no Museu de Arte Moderna Aloísio Magalhães, no Recife,
e no Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul. Participa
da mostra Nordestes, com curadoria de Moacir dos Anjos, no Sesc
Pompéia, em São Paulo. A poeta e tradutora gaúcha
Beatriz Viégas-Faria lança o livro Pampa Pernambucano
(prêmio Açorianos), com poesias e textos inspirados
em trabalhos de Gil Vicente.
2001/2006
Inicia trabalho em fotografia, registrando pinturas e desenhos de
rua, que exibe na III Bienal do Mercosul, em Porto Alegre. É
convidado para a mostra A Poética da Morte na Cultura Brasileira,
no Museu de Arte de Santa Catarina. Participa da 25ª Bienal
de São Paulo. Integra o programa de residência de artistas
Faxinal das Artes, no Paraná. Expõe Desenhos na Galeria
Stella Isaac, em Goiânia. Exibe o seu conjunto de desenhos
da Bienal de São Paulo no Museu de Arte Moderna Aloísio
Magalhães, no Recife. Realiza a individual Alheio no Centro
Cultural de São Francisco, em João Pessoa, no NAC/UFRN,
em Natal, no Museu Metropolitano de Arte de Curitiba, na Galeria
Espaço Universitário - UFES, Vitória, e no
Instituto de Arte Contemporânea, em Recife. Expõe Guaches
recentes na Galeria Nara Roesler, em São Paulo, onde também
participa da Paralela II. Integra a coletiva de abertura da Galeria
Mariana Moura, em Recife. Participa, em João Pessoa, da II
Bienal do Desenho, no Espaço Cultural, e da mostra Narrativas
- Desenho Contemporâneo Brasileiro, no Centro Cultural de
São Francisco. Participa da mostra Doações
2001-2004, no Museu de Arte Moderna Aloisio Magalhães, em
Recife. Em 2005 faz parte da feira SP-Arte, em São Paulo,
e das exposições Pornografias, na Galeria Carmem De
La Guerra, em Madri, e Afinidades Eletivas, em Campinas. Em dezembro
do mesmo ano, realiza a individual Inimigos na Galeria Mariana Moura,
em Recife. Em 2006, mostra a série Inimigos na Casa da Ribeira,
em Natal e participa da exposição Primeira pesooa,
no Itaú Cultural, em São Paulo
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Sem
título
1973
nanquim sobre papel
48 x 33 cm
coleção Escolinha e Arte do Recife |
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De um caderno
antigo
pa 1/1
1979
litografia
56,5 x 36 cm
coleção do artista |
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Animal
1981
óleo sobre tela
90 x 150 cm
coleção Museu do Estado, Recife |
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O ataúde
1982
óleo sobre tela
50 x 70 cm |
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Sentado em pé
1988
guache sobre papel
93 x 69 cm
coleção particular |
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Homem de gravata
1989
óleo sobre tela
80 x 60 cm
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Figura transparente
1991
acrílica sobre papel
75 x 55 cm
coleção particular |
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Um prego
1991
acrílica sobre papel
75 x 85 cm
coleção Sérgio Pereira |
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